Ontem a
noite me lembro de um casal
conversando
sobre Marx, dentro do shopping,
gostei dos
sapatos do rapaz e a garota tinha pernas bonitas, mas santo deus, porque Marx?
Agora estou
aqui deitado, sem a menor pressa de ver o amanhecer,
apenas deixo
fluir como nos últimos 18 messes.
A melhor
ressaca dos últimos mesmos dezoito, lembro de uma bebida vermelha e amarga, também de um
vinho branco Argentino, um bom vinho, depois disso só questionamentos sobre
aquele maldito casal Marxista.
Não é segredo
que costumo a me questionar constantemente sobre a realidade, mas neste exato
momento apenas espero o amanhecer, sem pressa, sem sono.
Ela está do
meu lado, cheira a preguiça e o reflexo dos seus cabelos dourados me agrada.
Meu
trabalho, meus livros, meus sapatos não mais brilhantes e o vinho Argentino. Um
universo coloridinho que me cerca, mas ultimamente só me preocupo em não
esquecer meus óculos escuros.
Stalin/Marx,
a bebida estranha e vermelha, Oasis no ipod e esse reflexo dourado com cheiro
de sono. Poético? Dessa vez sim.
Bom dia.
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Não venha de trolagem ou posmodernismo, se não eu vou ai e vai dar merda.
brinks. (L